Brigas constantes com o namorado

Brigas constantes com o namorado
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Brigas constantes com o namorado – Não é nada fácil viver num clima de guerra, principalmente quando o que se quer na verdade é paz e amor.

Viver constantemente brigando com o namorado não é sintoma de amor, mas sim de violência, seja ela verbal, física, ou pior: desejo de vingança.

Brigas constantes com o namorado

Brigas constantes com o namorado
Brigas constantes com o namorado

Quando se chega numa situação parecida com essa acima descrita o melhor é botar um fim ao relacionamento. Cada um para o seu lado, antes que alguém se machuque de verdade.

Quem está dentro de uma situação parecida, nem se dá conta de quem começou a discussão, a briga. Já faz parte do jogo cotidiano, da brutalidade e da desunião.

Vira uma neurose a dois, muito contrário do que se supõe uma relação afetiva. Às vezes, pode até parecer meio que charmoso, aumentando o desejo, ou coisa do tipo.

Mas, na real o relacionamento quando só funciona dessa maneira, à base de brigas e discussões diárias e intermináveis, o amor acabou, ou está em vias de acabar de vez.

Brigas constantes com o namorado

Livre-se dessa situação o quanto antes, lembrando sempre que o gostoso numa relação a dois é o companheirismo, o colinho amigo, o afeto, as carícias, os beijinhos, a transa…

Violência somente gerará mais violência, bagunçando a vida de ambos, estragando e contaminando tudo o que de bom se viveu juntos, desde o início do relacionamento.

Até a próxima, com mais dicas sobre o namoro na boa.

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2 comentários em “Brigas constantes com o namorado

  • 11 de setembro de 2017 em 15:48
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    Dados os pressupostos dessa relação doentia, óbvio que a melhor sugestão para ambos é a separação. Sua ironia poderia ser levada a sério, caso a postagem citasse apenas discussões comuns de casal. Nesse caso específico, onde as discussões e brigas são rotina, ao invés do companheirismo e do diálogo, sugerir manter um relacionamento assim seria colocar um ou ambos em perigo, visto que há inúmeros casos de violência doméstica.

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  • 28 de agosto de 2017 em 14:00
    Permalink

    Ou seja em vez de se tentar resolver deve-se terminar a relação?
    Que artigo tão pedagógico…

    Resposta

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