namorada de melhor amigo dando mole



namorada de melhor amigo dando mole
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namorada de melhor amigo dando mole – e agora, o que eu faço? Situação muito delicada essa onde, qualquer atitude sua pode provocar danos à sua amizade, além de certos prejuízos à sua imagem junto seus amigos. Há muita coisa envolvida, por isso, antes de qualquer coisa: pare para pensar! Abaixo, minha experiência vivida a uns anos atrás, se você quiser somente as dicas, pule a história!

namorada de melhor amigo dando mole
namorada de melhor amigo dando mole

Minha história

Certa vez e e meu grande amigo Juninho, estávamos com duas amigas, eu namorava com a Júlia e ele com a Paula. Rolava papos legais entre nós, porque sempre que a gente saia, íamos os quatro, éramos inseparáveis. Como éramos muito jovens, ainda, havia todo aquele lance de empolgação e, como havia apenas um carro, quando a balada acabava, a gente ficava amassando as garotas no carro. Eu e a Júlia nos bancos da frente, ele com a Paula, no banco de trás.

Como cada casal tirava sua onda na boa, ninguém ficava curtindo o lance do outro casal. E foi assim, até que eu e a Júlia acabamos, mas o Juninho continuou firme com a Paula, e formavam um casalzinho bem legal e feliz. O tempo passou, a Paula acabou dando o fora nele, fato que o abalou, porque ainda estava apaixonado, então, ele vinha desabafar comigo, pedindo conselhos ou mesmo somente para sair da deprê.

Um belo dia, eu, Juninho e mais uns amigos fomos a uma festa numa cidade do interior, com boas bandas de rock e baladas. Rolava tudo muito bem, até que o Juninho deu de cara com a Paula, ex-namorada e paixão de sua vida. Foi apenas um oi frio e ela se mandou com seu grupo para sua mesa, onde dançava fingindo que ele não existia. Ele chegou muito triste, e me contou isso. Eu disse – larga mão, cara, vamos descolar umas minas aqui e tudo vai ficar legal.

E a festa continuava e, enquanto isso, meu amigo enchia a cara de vodka, até ficar de pileque, meio bêbado e chorando feito um bebê. Levei ele ao banheiro e falei para ele “chamar o hugo”, que era para melhorar o estado de embriaguez e mal estar. Ele ficou por lá um pouco, e depois me liberou, dizendo que ia dar umas voltas na sacada do clube, no último andar do prédio.

Enquanto ele estava subindo as escadas, eu me dirigindo ao salão, quem me aparece na frente? Ela, sim, a Paula, linda como sempre, mas com uma carinha de maldade estampada, dizendo que queria bater um papo sério comigo. Okay, disse eu, vamos para onde? Ela falou, na escadaria de baixo. Fomos até lá, e ela estava com um vestido colante, bem curtinho, que mostrava toda a exuberância daquela gata, pela qual meu amigo ainda chorava lá na sacada do prédio.

Foi aí que o negócio esquentou. Ela se sentou coladinho e, sem que eu dissesse nada, foi me atacando de beijo na boca, suas mãos pareciam as de um polvo, dizendo que sempre que estávamos juntos ela ficava olhando para mim, enquanto eu dava meus amassos na sua amiga – minha ex-namorada Júlia – e que isso a deixava extremamente excitada. Mais que isso, me disse que queria sair de lá, naquele mesmo instante, para juntos irmos ao motel mais próximo de lá, para ela  poder matar seu desejo que mantinha dentro dela.

Confesso que fiquei loucamente atraído e seduzido por ela, por aquele corpo maravilhoso e a carinha de safada que tinha, uma gata e tanto, mas… bateu a consciência, e com ela dei um chega pra lá, com jeito, e disse a ela para dar um tempinho ali mesmo. Subi um lance de escadas, enquanto esfriava meu corpo, tamanha era o calor provocado por aquela capetinha de menina, tomei um breve fôlego, e voltei para seu lado.





Desta vez, me sentei no degrau abaixo, fato que deixou ela ainda mais instigada, correndo e sentando em meu colo, dizendo que sempre me desejou e amou, desde o primeiro dia que nos vimos e blá blá blá, e tome mãos de polvo de novo. Mas, pairava algo no ar, que não me fazia cair de cabeça nessa história, e eu, com muito tato, disse a ela: – olha, Paula, você sabe que o meu amigo ainda é louco por você, e nesse exato momento, ele está curtindo uma ressaca braba lá na sacada, por sua causa. Na sequência, ela me responde: – e daí, eu não estou mais com ele, e eu sempre quis você, como agora, vamos para a cama, e você vai saber porque ele ainda está na minha. Deixe ele aí, e vamos curtir nós dois! Mas tem que ser agora, já!

Contando com as últimas forças que me restaram, resisti à investida dela e lhe disse: – fosse noutro momento, em outro local, em outra situação, não seria você somente a fazer essa deliciosa proposta, eu já teria te tirado daqui e te levado para o motel há meia hora atrás. Mas, nem sempre é como queremos, eu respeito muito meu amigo, sei que ele sofre por você, e não me sentiria confortável estar na cama com a mulher que ele ainda tanto ama. Me desculpe, mas, por hoje, vai ser isso. Ela se levantou imediatamente, saiu em disparada pela escadaria rumo ao salão, sem sequer olhar para trás. Eu pensei: pô, que pena que seja nessa situação e, por outro lado, cara, você não traiu e nem abandonou seu amigo – era um conforto pensar assim.

Bem, respirei fundo, subi as escadas vagarosamente, e voltei ao salão, onde estava o restante da pequena tropa de amigos. Como todos estavam bem, faltava apenas ir buscar aquele que estava de ressaca e coração partido, na sacada do salão. Juninho estava lá caidaço, ainda meio torpe, eu o amparei e disse que iríamos embora, porque estava na hora. Descemos as escadas, rumo ao salão, quando aparece ela novamente, e dessa vez com uma turma de caras mal encarados, me apontando e dizendo a eles: – foi aquele cara que estava forçando a barra comigo!

Procurei ter calma, olhando para baixo e para cima, pude notar uma viatura de polícia na frente do salão, e fiquei tentando dialogar com o fortão – que acho que era o namorado dela. O negócio ia partindo para a ignorância, quando uns dois amigos meus desciam a escada, bem atrás dos caras bastante alterados, e logo dizendo: – o que tá rolando aqui. O papo esquentou, mas senti uma certa segurança, já que éramos três – não conta o Juninho porque ele estava meio apagado – e, um policial veio ver o que estava acontecendo, por causa dos palavrões e xingamentos.

Fui rápido e me dirigi ao policial, dizendo tratar-se de um mal entendido, com muita educação e calma, enquanto os caras continuavam muito alterados. Eu argumentei que haviam mais amigos meus no salão e o policial pediu que o seu parceiro ficasse por lá, para cobrir uma possível agressão. Os meus amigos que estavam na parada, subiram e chamaram o restante da turma, e desceram pela saída de emergência (uma pequena escada espiralada, que levava à saída lateral do prédio, e se postaram na frente da escadaria, onde eu estava junto com o Juninho.

Os policiais então falaram: – rapa fora! E foi exatamente o que fizemos, pegamos os carros e nos mandamos de lá. Mas, não estava tudo resolvido, houve ainda, uma perseguição até a estrada que leva a São Paulo. Mas, nós já estávamos a mil, nessas alturas e acho que os caras ficaram meio que com medo das consequências, ainda mais com a polícia sabendo de tudo o que rolou. Ufa! Chegamos no nosso pedaço, sãos e salvos!

Ficou a lição: nunca entre em bola dividida, duvide sempre quando se recebe de graça algo muito precioso ou, memorize sempre esse ditado popular: quando a esmola é muita, o santo desconfia! Embora, eu não tivesse nenhuma intenção de ficar com ela, porque foi ela que me abordou, tem que por na cabeça que, algumas mulheres não suportam ser preteridas (deixadas para trás) por conta de qualquer coisa, seja amizade, seja outra mulher, etc.

Dicas

Se a namorada de seu amigo te dá mole, procure saber, primeiro, se o relacionamento dos dois está bem, conversando com seu amigo, de forma que ele não perceba nada. Se ele afirmar a você que ele não está mais afim, assim mesmo, antes de começar um relacionamento com ela, mesmo que seja apenas umas transas, conte a ele o que está se passando, para ver a reação dele e, então, partir para a ex dele, mas sempre longe de sua vista. Isso, se você estiver muito afim dela, também. Caso não esteja, ou seja apenas uma transa, deixe eles acabarem o relacionamento, dê um tempo também.

E, aqui, fica a dica final: salvo raras exceções, quando a paixão e o amor acontece entre duas pessoas, independentemente de seu estado: casados, namorados, noivos, etc., vale a pena investir na bola dividida. De resto, pense bem nisso: o que impedirá que ela faça com você o mesmo que fez com seu amigo?! E deixo uma música que explica bem essa situação. Boas escolhas, pense sempre com a cabeça de cima!




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