A primeira vez ninguém esquece

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A primeira vez ninguém esquece – Nem toda primeira vez, principalmente no amor, as coisas acontecem como o planejado, como os lindos sonhos acalentados e apimentados pelas amigas e amigos mais experientes ou, pelo menos, que se dizem já profundos conhecedores do assunto. Por isso, abaixo, temos um relato interessante, de uma jovem, detalhando sua primeira experiência, como um conto, mas que pode muito bem ter acontecido.

A primeira vez ninguém esquece
A primeira vez ninguém esquece

Minha primeira vez: Keren Oliveira, 16 anos, estudante, Franca, SP

Todas as minhas amigas sonhavam com uma primeira vez cheia de flores, lingerie sexy, música suave e lençóis macios. Eu sempre fui diferente. Essa história de transa romântica nunca fez a minha cabeça. Pensava em perder a virgindade num lugar diferente, como uma cachoeira bem bonita ou uma floresta cheia de árvores.

Há dois anos uma amiga me convidou para ir ao cemitério à noite. Achei estranho, mas fiquei curiosa. Chegando lá não senti medo nenhum. E, apesar de estar com um grupo de mais de 20 pessoas, o lugar estava muito silencioso.
Aproveitei para conhecer o cenário. Passeei pelos túmulos e fiquei encantada com as esculturas. Depois dessa noite o cemitério virou o meu lugar preferido para pensar na vida. É incrível como fico à vontade naquele lugar! Ele me traz muita paz. Mesmo com todo esse encantamento, nunca pensei que minha primeira vez fosse acontecer justamente lá!

No ano passado fiquei interessada no Paulo, um menino que entrou para esse nosso grupinho. Essa turma tem vários casais de namorados, mas nunca soube de alguém que tivesse feito amor no cemitério. Acho que as meninas têm medo. Isso é engraçado porque muitas pessoas pensam que a gente vai lá para fazer coisas sinistras ou ilegais, mas não é verdade. Nós nos reunimos para pôr o papo em dia, ler poesias, cantar… Nada diferente do que os adolescentes fazem em um barzinho, por exemplo.

O clima de paquera entre o Paulo e eu foi crescendo. Logo começamos a namorar. Fazia dois meses quando rolou a primeira transa. Não planejamos nada. Estávamos lá com a galera e nos afastamos um pouco para namorar. As carícias foram ficando mais quentes. Resolvemos procurar um túmulo mais reservado. Acabamos escolhendo um que ficava ao lado de outro bem alto, que nos encobria.

Além da privacidade, tivemos o cuidado de ficar numa sepultura de mármore. Afinal, no cemitério tem muitas baratas e escorpiões, mas eles não conseguem subir em superfícies lisas. Já pensou se um desses bichos aparecesse na hora “h“? Iria quebrar todo o clima! Graças a Deus, deu tudo certo! – tirando o frio que fazia naquela noite. Era inverno e os termômetros marcavam 10 graus! Isso sem contar que o mármore virou praticamente uma pedra gelo. Apesar disso tudo e de ter doído um pouco, foi uma noite inesquecível! Eu me entreguei de corpo e alma.

Depois dessa, voltamos lá muitas vezes. Nunca fomos pegos. A última noite de amor foi em janeiro passado, quando Paulo e eu pegamos no sono. No meio da noite ele me acordou apavorado, dizendo que tinha um monte de espíritos em volta da gente. Eu não vi nada, mas ele ficou com muito medo. Uma pena.

Tenho saudade das nossas aventuras lá. Afinal, não tenho idade para entrar em motéis. As minhas amigas acham que sou maluca por sentir falta daquele lugar, mas eu adoro cemitério! Aliás, sabe qual é a minha fantasia sexual? Não tem a ver com roupa de enfermeira ou colegial. Meu sonho é conhecer cemitérios de outras cidades, de outros estados e, quem sabe, até de outros países. Se minha vida sexual começou assim, sabe-se lá onde vou parar, né?

fonte consulta: http://mdemulher.abril.com.br/

O mais importante é se cuidar. As DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) estão aí, rondando os “desprotegidos”. Use “sempre” preservativos.
Até mais!
Fiquem bem e Namorem na Boa!!!

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Um comentário em “A primeira vez ninguém esquece

  • 12 de junho de 2009 em 19:46
    Permalink

    É óbvio que essa menina tem sérios transtornos psicológicos…

    Resposta

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