superando a tristeza

superando a tristeza – Chega de tristeza! Quando se vive um amor, a última coisa que vem à cabeça é o fim da relação. Entretanto, o dia do término pode chegar porque, assim como a vida, o relacionamento apresenta seu ciclo natural com começo, meio e fim.

E se este momento acontecer, não há razão para se desesperar. Basta encarar a situação e retirar dela experiências positivas que contribuam com o seu amadurecimento emocional.

superando a tristeza
superando a tristeza

Algumas mulheres se perguntam qual é a hora de colocar o ponto final no relacionamento. A psicóloga da Unifesp, Mara Pusch, afirma que o fim ocorre quando o namoro ou casamento deixa de ser saudável. “Quando uma relação acaba, na verdade, os dois sabem. Mas, um é mais corajoso para tomar a iniciativa de terminar”, acredita.

A também psicóloga Sueli Castillo compartilha da mesma opinião. “Arrastar uma situação em nome de um amor onde não existe reciprocidade acaba desgastando e destruindo o que poderia ser uma lembrança positiva do que aconteceu em sua história de vida”, diz. “Se apenas um ama não existe mais a relação”, completa.

E se ele decidiu tomar a iniciativa do término não há motivos para acreditar que seu mundo desabou. É claro que, em um primeiro momento, é aconselhável afogar as mágoas e chorar para amenizar a angústia. O segundo passo para dar a volta por cima é retomar a vida social, reencontrar os amigos e fazer atividades prazerosas.

Passada a fase da fossa, é hora de contabilizar os ganhos e as perdas de tudo isso. “O ideal é não levar como uma ferida por muito tempo e não encarar como uma tragédia. O mais importante é refletir para analisar as responsabilidades de cada um na relação”, diz Mara. Sueli Castillo, por sua vez, ressalta ser fundamental o autoconhecimento para poder superar a crise de uma forma menos dolorida.

Uma tática para se recuperar mais rápido é afastar-se do parceiro, fazendo valer a máxima “o que os olhos não vêem o coração não sente”. E, apesar de muitas mulheres desejarem, é impossível riscá-lo da sua vida. “Esquecê-lo definitivamente é quase impossível, mas ter a convicção de que ele já pertence ao passado e como tal não volta é essencial”, afirma Sueli. Já Mara aconselha a mulher a se dar conta de que no momento aquele tipo de relação acabou, não significando que futuramente ambos não possam voltar a se relacionar, até mesmo como amigos.

A psicóloga Mara Pusch alerta para não cometer o erro de entrar em um novo relacionamento só por entrar e tomar o cuidado de não procurar alguém apenas por auto-afirmação. Não leve seus medos de relações anteriores para um novo namoro, pois cada pessoa é um ser único que, certamente, contribuirá para construir sua vida.

Portanto, levante a cabeça, ponha sua melhor roupa e sinta-se bonita. Aproveite os benefícios que só a solteirice pode trazer, como desfrutar de total liberdade de escolha e fazer o que bem quiser sem ter de dar satisfação a alguém.

Dando a volta por cima

Quem nunca viveu um grande amor que atire a primeira pedra. Aliás, aquelas histórias de romances complicados de novela também existem na vida real.

A jornalista Hérika Dias, 24 anos, teve um amor que a marcou pelo resto de sua vida. O namoro de faculdade teve seus altos e baixos. Inicialmente, eles pareciam viver um amor de conto de fadas, porém, a separação foi bastante dolorosa para ela. “O término não foi amigável. Houve até agressão”, conta Hérika.

Hérika caiu em depressão e até se afastou por seis meses da faculdade. Alguns fatores foram essenciais para que o ex passasse a ser um personagem do passado, como o apoio de amigos e familiares. “Eu estava super mal e não via perspectiva de melhora. Até que eu senti Deus. E como forma de agradecimento a minha recuperação, resolvi me batizar no catolicismo”, afirma.

Apesar de o namoro ter se tornado águas passadas, ele lhe trouxe uma lição de vida. “Cresci achando que homem não prestava, até que passei a acreditar cegamente nele. Hoje, já não acredito mais nas pessoas; acho que ele tirou esta minha inocência”, diz Hérika. Ela não guarda mágoas e até reconhece o valor da relação. “Tenho certeza de que foi amor e de que jamais outro namoro chegará perto da intensidade desse”, afirma.

A estudante Mariana Oliveira, 24 anos, é prova de que qualquer relacionamento serve para compor a história de vida. Aos 20 anos, Mariana conheceu aquele que parecia ser seu amor eterno. Contudo, ela não imaginaria que o repentino término de seu namoro seria motivado pelo reatamento do noivado do ex com a namorada anterior.

Triste e deprimida, Mariana resolveu não procurá-lo mais. Até que foi surpreendida com o pedido de volta do ex. O que ela não contava é que, neste momento, ele continuava noivo da outra.

Após término definitivo, a estudante diz que embora toda a situação tenha feito muito mal a ela, foi a melhor coisa que já lhe aconteceu. “A mulher em que eu me transformei, a maturidade que eu alcancei e o valor que eu passei a dar para às pessoas que se aproximaram de mim depois disso foi o melhor que podia me acontecer. Dei a volta por cima, estou bem pessoalmente e profissionalmente”, finaliza.

Serviço:
Associação Paulista de Terapia Familiar
Site: http://www.aptf.org.br

Instituto de Psicologia da USP
http://www.ip.usp.br/servico_atendimento.htm

Mara Pusch – psicóloga
Tel.: (11) 3817-5615

Sueli Castillo – psicóloga
Email: [email protected]

fonte: http://mulher.terra.com.br/

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6 comentários em “superando a tristeza

  • 6 de fevereiro de 2009 em 23:15
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    Nas agruras que a vida se nos apresentou, trazem-nos à superfície da experiência, e colocam-nos no pedestal da sabedoria….

    Nunca escrevi tanta coisa inútil me utilizando de 5 linhas…kkkkk
    E viva a confusão, a baderna, o cataclisma, a anarquia dos sentimentos, a rebeldia dos oprimidos… Agora, na Web, tudo ao seu alcance, basta clicar…rsrs
    Now, in the Web, everything within your reach, is enough to click… just one dollar….kkkk
    Ligue já!!! Call now!!! kuakuaskuskuaskuas

    Resposta
  • 6 de fevereiro de 2009 em 23:01
    Permalink

    Adorei a proposta do L & L Associados. Leia-se Lelo & Luciana Associados – os conselheiros sentimentais da net. Mas peraí, como eu posso dar conselhos, se EU estou precisando deles… eu, hein?!!! Agora me confundi!

    Resposta
  • 6 de fevereiro de 2009 em 22:52
    Permalink

    Poderia ter sugerido um convento…kkkkk
    mas seria demais….
    Só você mesmo!!!
    Chat online… como acabar com crises.
    Consultoria L&L Associados
    que tal a proposta?

    Resposta

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