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Quando os instintos são despertos, o desafio dos corpos começa

Tudo transcorreu naquela noite de primavera
A mullher aconteceu, como por encanto
surgindo menina, tornando-se fera

Nada poderia fazer-me desviar os instintos
aguçados por escultural beleza
sondada em sonhos e palavras quase obscenas
proposta em desafio, em forma de encontro
possíveis corpos procurando por saciar seus desejos

Ela, em teoria, seria a tão desejada presa
Eu, qual Predador, seu caçador implacável
pois de predador a amante, ou ambos num só
faria eu meu papel prazerosamente, de forma impecável

Sua teia estava lançada, embora reticente, deixei-me amarrar
Nao poderia explicar de meus rijos anseios,
nem do desejo represado, mas continuaria no jogo
como um caçador à espera do momento certo
para acender a paixão, jogar no próprio fogo

O desafio continua, como as ondas no mar
indo e vindo, como num jogo de sedução
fazer amor, enquanto dura a paixão
se fazer de presa, acalmando seu coração

Não mais importa a certa hora
se não passa de apenas mais um sonho
Não importa mais nem mesmo a possível dor
O desafio começou, e hoje eu sou o seu Predador.

Texto: Aurelio Martuscelli – pessoal já sabem a respeito das colas, por favor, respeitem os originais.
Foto: tinareebutler

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5 comentários em “Quando os instintos são despertos, o desafio dos corpos começa”

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