Amor – definições

Amor – definições – Amor, numa só palavra quanto significado em nossas vidas! Existem, no amor, diversas modalidades: amor de e pelos familiares, amor pela vida, amor próprio (autoestima), amor à natureza, amor à uma pessoa especial (homem-mulher), amor a um Deus, ou a Deuses e Deusas e, por fim, amor por tudo isso ao mesmo tempo! A cada etapa de nossas vidas vamos experimentando as diversas formas de amar. Sendo ou não correspondidos – não comandamos o botão “stop” de nossos corações – somos apenas caronas de nossos sentimentos, concordam?

Amor - definições
Amor – definições

O princípio básico do amor deveria ser o amor pela vida (minha concepção, portanto o amor é bem democrático, quando não tirano!). Quando sentimos aquela sensação maravilhosa de respirar, ao acordar e, espreguiçando-se todo corpo, dizemos: bom dia vida! Como é bom estar vivo! Eu te amo, vida! A partir desse momento, parece que o significado da palavra amor parece fazer sentido. Ora, sentimos isso, e se achamos tão bom é porque bem nos faz! Então, se amo a vida é porque ela é boa, seja ela da maneira que for, me faz até agradecer e saudá-la a cada dia?!

Seria simples, não fossem os sentimentos de outras pessoas, até aí acho que dá para acompanhar o raciocínio. Somos, invariavelmente, seres únicos, e como tal, entidades individuais (não confundir com individualistas), mas não podemos viver sem a companhia – pelo menos numa fase de nossas vidas – de outra pessoa, de um outro ser.

E é exatamente aí que começam as outras formas de amor, com suas complexidades e peculiaridades. De maneira geral, recebemos, bem antes de nascer, o amor materno. Com nosso desenvolvimento, aprendemos a amar essa pessoa, afinal ela nos faz tão bem! Começamos a partilha, amamos, logo de cara, uma pessoa, e por ela somos amados.

O amor ingênuo, aquele que nada espera em troca, nem mesmo ser amado, é o mais abnegado sentimento que uma pessoa pode ter. E é deste amor que fazemos nosso alicerce sentimental para nosso futuro. Por isso, quebramos a cara com outras pessoas, na espera de obtermos o mesmo tipo de amor que temos por nossos entes mais próximos. É nessa fase da vida que mais sofremos por amor, sim, o amor, quando não compreendido da maneira que deveria ser, machuca, e como!

Acontece com o outro, também. A pessoa pode estar sentindo um imenso amor por você e nada receber, senão uma enorme indiferença de sua parte. São as primeiras reciprocidades de amor que podemos aquilatar e são essas que vão nos dar o eixo para nossos futuros relacionamentos. Vivenciar, experimentar, o amor, é a maneira que o ser humano encontrou para poder se relacionar com o outro. Nem sempre prevalece o amor, sequer a amizade ou o respeito, mas estamos falando de e do amor!

Concluo pensando que devemos começar a amar num sentido inverso ao da nossa criação – não é nenhuma novidade, apenas uma contastação -, cada um amando a si mesmo, antes de amar a outro (quando isso for possível, como falei, às vezes não podemos desligar o botãozinho “play” de nossos corações, aí… já era). A autoestima, amar-se a si mesmo, é declarar amor ao próximo, não veladamente, mas muito mais preparado para as cores e nuances que existem no caleidoscópio de tal sentimento.

– Ao estar preparado para um amor verdadeiro, com a base sólida do autoconhecimento e autoestima, podemos desenvolver um relacionamento totalmente diferente daqueles vividos anteriormente, dando mais valor a “quem” nos ama verdadeiramente. Amor a dois é isso, companheirismo, parceria, troca, cumplicidade, mas, sobretudo é o saber se amar, amando!

Aurelio Martuscelli – Direitos reservados

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9 comentários em “Amor – definições

  • 16 de julho de 2009 em 00:34
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    eu amei me fez meditar ee poder saber como o amor é mt0 imporatnte na nossa vida !!!!!!!!!!!!!
    ass;thais

    Resposta
  • 27 de abril de 2009 em 16:29
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    A página ficou mais bonita, porquê???
    Luciana, também estou com saudades, às vezes precisamos daquele ar que você mencionou no seu comentário.
    Obrigado pelo elogio, posto sempre o que acho de melhor para os leitores do Namoro, as informações que não são de meu conhecimento, mas que com a devida autorização e/ou permissão, ainda mesmo aquelas de domínio público, ou que foram feitas por agências para serem difundidas, coloco-as aqui.
    Prefiro, sinceramente, fazê-las, nem sempre é possível.

    Agora as páginas recebem um misterioso perfume, qual será sua origem?

    Beijos

    Resposta
  • 27 de abril de 2009 em 14:49
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    Que lindo…
    Agora gostei de ver, um texto seu, com muita competência.
    Não tem nada a acrescentar, apenas que concordo com a sua argumentação e afirmo que necessitamos desse sentimento como o ar que respiramos, do contrário, nada faz sentido.

    Beijos, querido!
    Saudade d’ocê!

    Resposta

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